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Itens-chave

Registros e Livros

Deuses

no-h

Ishtar ascendeu à Graça Superior, ganhando sua divindade através de um grande sacrifício, no campo de batalha e por amor. Alguns a veem como um inferin guerreira, e outros a conhecem como uma humana serafim de asas douradas, o que reflete bem sua dualidade, entre guerra e compaixão.

A lenda diz que Ishtar, inferin ou humana, servia a um grande Rei durante a Era Primeva, ainda quando os Deuses Antigos caminhavam sobre o Plano Mortal livremente. O Rei era um tirano, e comandava um dos maiores impérios do deserto que existia na época, conquistado pela força e opressão.

Ishtar era controlada pelo Rei, e comandava o exército implacável e foi responsável pela morte de muitos durante a anexação dos territórios, sendo a ponta da lança que concretizava seus sonhos.

Outros registros contradizem esta história, e falam que Ishtar era uma grande sacerdotisa de Lionel, o Deus Antigo do Sol, capturada pelo Rei e obrigada à conferir bençãos e proteções ao exercito do Rei, que o tornavam imbatíveis.

Seja como for, Ishtar se apaixonou por um soldado, que por coincidência ou não também é chamado Lionel, despertando nela uma centelha de esperança misturada com rebeldia e abriu seus olhos para o que realmente estava acontecendo. A sede de poder do Rei nunca se saciaria, e depois de dominar toda a terra ele iria para os outros planos. Ela precisava quebrar sua prisão e derrubar a tirania antes que fosse tarde demais.

Um dia antes da ultima batalha para dominarem todo o continente Sul, Ishtar finalmente quebrou as correntes, e num feito inimaginável venceu sozinha o todo o exercito que ainda era leal ao Rei. Quase morrendo, foi até os portões do castelo, onde o próprio Lionel apareceu questionando-a se estava realmente pronta para trocar sua vida para acabar com o Rei e enfrenta-lo em batalha. Ofereceu-lhe uma segunda opção: fugir, sair dali com o seu amor e deixar que o Rei sucumbisse pela mãos de seus inimigos.

Contudo, ela sabia melhor que ninguém que se ele não o matassem naquela noite, tudo teria sido em vão. Ele poderia reerguer seu exercito e mesmo sem sua comandante, ou sacerdotisa, ele já tinha poder o suficiente para tomar a coroa de um Deus.

Foi então que Ishtar seguiu em frente, e numa batalha até a morte, venceu. Contudo, a morte não foi o fim para ela, pois com este grande ato de redenção, amor e bravura, ela ascendeu como uma das primeiras dos Novos Deuses.

Constelação

Ishtar Constelação.webp

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